28 de dez de 2010

Lan houses diferentes...

No Japão, as lan houses estão se tornando a casa de muita gente – literalmente. Além de conexão super rápida com a internet, muitos desses locais já oferecem camas, comida, bebida e até banheiro com chuveiro para os usuários, por isso não é de se estranhar que as lan houses (ou “internet café” como são chamados lá) são de primeira linha.
Com essas facilidades, muitos acabam exagerando e passam a maior parte do dia e da noite na web. O gerente de uma dessas lan houses conta que o número de pessoas que passaram a dormir no local está aumentando.Muitas pessoas quando perdem a ultima condução (ônibus ou trem) optam por usarem estes estabelecimentos, pois sai bem mais em conta, se comparados ao preço de hotéis.

Para muitos governos, médicos e psicólogos da Ásia, essa atitude pode apontar um tipo de vício, se interferir na vida pessoal – atrapalhando o trabalho ou o estudo, por exemplo.

Muitos médicos alertam, no entanto, que a culpa não é da internet nem das lan houses: o vício seria sintoma de outros problemas. Segundo uma pesquisa feita no país, os principais motivos desse vício em internet são falta de comunicação com os pais, insegurança em relação ao futuro, insatisfação com a vida atual e sentimento de isolamento.

CURIOSIDADES SOBRE AS LAN HOUSES LÁ:

-Existem Lan houses em toda parte que funcionam 24 horas ao dia;
-Na grande maioria dos estabelecimentos as cabines são individuais e podem ter lugares para fumantes e não-fumantes;
-Em geral, além do computador tem: televisão, vídeo-game, e pode se assistir dvds também.
-Grande variedade de mangás, revistas, e dvds;
-Existem vários tipos de assento, a sua escolha. Estilo oriental: sentado ou deitado no chão;
-Para duas ou três pessoas,a cabine é mais espaçosa;
-Com poltronas confortáveis individuais, algumas delas fazem massagem;
-Cafés, refrigerantes, sucos, chás, podem ser consumidos à vontade, pois já estão incluídos no preço. -Também se pode pedir comidas, mas se paga a parte.


Coreia do Sul

Na Coreia do Sul, de cada 10 adultos, um estaria viciado em internet. O governo sul-coreano decidiu agir oferecendo ajuda, ao distribuir programas de computador que limitam o uso diário da internet. Além disso, o país oferecerá atendimento psicológico de graça para 300 mil pessoas.

No início do mês, um caso ocorrido no país chocou o mundo: um casal foi preso por deixar a filha de 3 meses morrer de fome em casa, enquanto jogava, em uma lan house, um game em que o objetivo era cuidar de uma criança virtual.


Fonte: abcid.org.br e infornews.org

Pena de morte no Japão?!

Normalmente associamos aos países industrializados, o mundo civilizado. Proclamam-se defensores da Declaração dos Direitos Humanos e, diga-se de passagem, a grande maioria dos países desenvolvidos salvaguardam os Direitos Humanos.
A cultura americana já nos habituou a tudo, ao melhor e ao pior. Normalmente conhecidos como os pais da democracia, também nos habituaram aos espectaculares avanços tecnológicos proporcionados ao longo do século XX; por outro lado, é do conhecimento geral que existiram administrações menos transparentes e chegaram a violar o direito internacional e os direitos humanos, no seu próprio território. Dos Estados Unidos e da sua peculiaridade estamos conversados, mas e o Japão…
Fiquei um pouco extasiado quando soube que no Japão ainda se praticava a pena de morte. Sempre associei os japoneses à austeridade, ao rigor, ao desenvolvimento e, pensava eu, ao respeito pelos direitos humanos.
Existe uma crença errada que a pena de morte e o respectivo sofrimento do condenado se limitam “à hora da morte”. Esta idéia não pode estar mais incorreta, porque durante o período que decorre entre a determinação da sentença em tribunal e a execução, o condenado atravessa um verdadeiro “inferno” na terra; muitos deles, por causa daquele período, são executados com doenças mentais.
A isolação, a ausência de estímulos, a falta de exposição ao ar fresco e à luz, a limitação de visitas, a ameaça de punimentos físicos e o prolongamento da detenção são fatores que contribuem para a deterioração da saúde mental dos condenados. No Japão estes fatores estão bem presentes na vida dos condenados, pois são impedidos de falar com outros condenados, as visitas da família são muito restritas tendo a duração de 30 minutos e mesmo assim o Diretor da prisão tem que estar presente, a correspondência que recebem está sujeita a censura e não podem ver televisão nem desenvolver trabalho voluntário.
Mas se pensam que isto é demais, imagem só que a “sede de sangue” chega a tais pontos que pessoas com mais de 70 anos foram condenadas à morte… numa cadeira de rodas. De fato custa um pouco a interiorizar que uma cultura ancestral e uma sociedade tão moderna como a japonesa aceitem estas práticas desumanas.
A nova ministra da justiça, Keiko Chiba, parece disposta a modificar esta atuação vergonhosa do seu país em matéria de direitos humanos, o que se traduz num resquício de esperança para 97 pessoas que aguardam a morte.

Fonte: feiradascomendas.blogspot.com

Se prevenindo contra terremotos...

"Alerta de terremoto: um terremoto foi detectado na região noroeste. Preparem-se para tremores muito fortes": graças a uma tecnologia desenvolvida no Japão, os telefones celulares podem avisar a população e ajudar a organizar operações de evacuação, busca e resgate.

O "dispositivo de alerta antecipado", elaborado pela Agência Meteorológica japonesa, ainda precisa ser aperfeiçoado - uma mensagem enviada no dia 25 de agosto de 2009 às 06H37 para os celulares de milhares de habitantes do leste do Japão era um alarme falso -, mas o sistema é único no mundo.

Antes, estas advertências eram desenvolvidas apenas para instituições, centrais nucleares e companhias ferroviárias. Desde outubro de 2007, no entanto, já são retransmitidas pelos meios de comunicação e divulgadas por alto-falantes em locais públicos por todo o Japão.

O alerta também pode soar em cada domicílio, graças a aparelhos específicos comercializados por fabricantes de eletrônica, empresas de segurança ou síndicos de edifícios.

Fruto de longos anos de pesquisas, o sistema proposto pela Agência Meteorológica permite detectar os primeros indícios de terremoto e avaliar seu potencial destruidor.

O dispositivo analisa as diferenças de velocidade de propagação das diferentes ondas emitidas por um terremoto. Graças à rapidez das redes de telecomunicações, o alerta pode ser dado instantes antes das ondas mais mortíferas serem sentidas.

Os especialistas estimam que o número de vítimas de terremotos poderia ser reduzido em 90% se as pessoas tivessem apenas dez segundos para fechar o gás, se proteger debaixo de uma mesa, abrir a porta, etc.

Só os alertas de grandes terremotos são comunicados ao grande público, para evitar o pânico em um país onde terremotos pequenos são extremamente frequentes e as técnicas de redução de danos sísmicos, eficazes.

Quando algo acontece, os japoneses confiam nas telecomunicações para diminuir a gravidade do desastre, através de dispositivos de acompanhamento dos danos e de localização de vítimas, como o criado pela empresa NTT Comware.

Este dispositivo portátil, que inclui uim computador, um projetor e um estilete, além de um software de cartografia associado a uma base de dados, para ser usado pelas autoridades locais.

Ele permite registrar os acontecimentos em tempo real, de maneira rápida e exata, e suas informações são transmissíveis para outros centros de gestão de crise.

Fonte: pt.kioskea.net

Você assiste novela japonesa ou dorama?

Dorama basicamente é a definição generalizada do gênero novela oriental, seja ela J-Drama (Drama Japonês), K-Drama (Drama Koreano), C-Drama (Drama Chinês) T-Drama(Drama Taiwanês) F-Drama(Drama Filipino) e até mesmo os Live Action . Os mais famosos com certeza são os J-Drama, mais nem por isso os Kdrama ficam atrás, com títulos como Bad Family por exemplo.

Tanto os "doramas" como as novelas, vieram da mesma origem, a Soap Opera, se elas evoluiram pra caminhos diferentes, ai já é outra coisa. Enquanto as nossas novelas tiveram toda uma origem construida na novela cubana, depois caindo sua própria característica ao gosto do brasileiro, as japonesas também aconteceram isso.

No Japão, os doramas são baseados em livros e quadrinhos, até porque sua cultura de massa é bem diferente da nossa. Os mangás são voltados ao cotidiano, sendo identificação para aquele segmento da população, assim quando adaptado para televisão, faz um repeteco para o mesmo público. No Brasil, quadrinhos ainda caminha entre o infantil e o adulto, infelizmente a passos largos. Nossa escola de novelas se baseia também em livros, porém de uma maneira totalmente diferente dos japoneses.

Revistas como Nippo Brasil, utilizam o termo "novela japonesa" sem problemas, porém o termo "dorama" está sendo adotado, inclusive a Rede Globo chegou a usar numa matéria sobre animê e mangá.

Chamar de "novela japonesa" ou dorama dá na mesma, são apenas denominações diferentes.Por exemplo, eu não fico ofendido se alguem chamar anime de desenho japonês por ser a mesma coisa,mas claro sabemos que a denominação anime, é justamente pra indicar que o desenho é japonês.

Vale lembrar que, algumas pessoas que realmente gostam, acabam se ofendendo se comparar produções japonesas com brasileiras.A cultura pop japonesa é rica, mas não precisa de um preconceito bobo desse. Caso quiserem entender as origens da novela brasileira leia o livro "A hollywood brasileira" do autor Mauro Alencar. Sobre novelas japonesas, existem alguns livros em inglês, que falam também da origem dos doramas.

Fonte: jwave.com.br(modificada)

Japão ficou em 81° lugar em ranking de felicidade

O Japão está na 81ª posição em um ranking de países mais felizes, elaborado pelo instituto de pesquisas Gallup sob encomenta da revista Forbes. O estudo abordou 155 nações de todos os continentes.

A Dinamarca foi a primeira colocada da lista, seguida por Finlândia e Noruega. O Brasil ficou no 12° lugar, empatado com o Panamá. A última posição fico com Togo.

No estudo, realizado entre 2005 e 2009, os pesquisadores mediram dois tipos de bem-estar.

Primeiro, eles perguntaram sobre assuntos que medissem a a satisfação dos respondentes em relação à vida como um todo. Em seguida, perguntaram sobre como as pessoas haviam se sentido no dia anterior. Dessa forma, puderam avaliar itens como grau de descanso e saúde.

Os asiáticos Irã, Hong Kong e Cingapura ficaram empatados com o Japão na 81ª colocação.

Fonte: madeinjapan.uol.com.br

Uso de leques nas artes marciais...

Essa é a maior prova de que uma arma pode ser bela e mortal ao mesmo tempo, ou melhor ainda, que um objeto estremamente belo pode ser incrivelmente mortal. Um leque, que esconde por trás da delicadeza laminas de aço capazes de desferir graves ferimentos e até decapitar cabeças.

O "leque" foi muito utilizado como instrumento tanto de ataque quanto de defesa por praticantes de artes marciais na China, Japão e Coréia. São conhecidos como "tiě shān" em chinês ( tradução literal, 'leque de aço'), "Tessen" em japonês e "Buchae" em coreano.

Como uma arma, é feito com hastes de metal, afiadas na ponta e seda ou algum outro tipo de pano. Fechado, pode ser usado como um pequeno punhal e aberto pode ser usado para cortar o oponente ou se defender de um ataque direto.

Apesar de atualmente os leques serem mais conhecidos como objetos de decoração, ainda são utilizados como instrumentos em treinos de artes marciais como o Tai Chi Chuan mas é normalmente conhecido como arma do Kung Fu.

O Tessen-jutsu ( arte que faz uso dessa arma ), era uma arte de fato obscura e até hoje se sabe muito pouco sobre a mesma.

O Tessen era muito utilizado por samurais quando estes estavam em lugares publicos ou em lugares onde não eram permitidas espadas ou outras armas aparentes e como o Tessen ficava escondido na cintura do samurai ela não era percebida como "arma".

Mas não pensem vocês que pelo fato do "leque" ser algo aparentemente meigo e delicado você poderia zuar da cara do samurai que o utilizasse, pois antes mesmo de você conseguir terminar a piada ele já estaria segurando sua cabeça a alguns metros do seu corpo.

Na cultura ocidental ( e também na oriental as vezes ) o tessen ou leque de aço é cumumente associado a uma arma feminina e sempre é utilizado por personagens femininas em jogos e animes de luta como é o exemplo da princesa Edenia Kitana(de Mortal Kombat) e a lutadora Mai Shiranui(de The King Of Fighters).
Fonte: .desbaratinando.com e wikipedia.org/wiki/Leque_(arma)

Convivendo com a falta de espaço...

O Japão é um dos países de maior densidade populacional no mundo. Pensando em números, são 339 pessoas por quilometro quadrado. Não é para menos. A área total do arquipélago representa menos de 5% do território brasileiro.

Para complicar, cerca de 70% do país é constituído de montanhas inabitáveis. E o pior, a população japonesa não fica muito atrás da brasileira. São 130 milhões de nipônicos contra 190 milhões de brasileiros. Não é a toa que a moradia é uma das mais caras do mundo. O aluguel de uma quitinete de 25 metros quadrados em Tokyo, com quarto e cozinha, custa aproximadamente 1,3 mil reais. Os japoneses moram em verdadeiras casinhas de coelho e tentam aproveitar ao máximo o espaço dentro e fora de casa.

Para se locomover nos espaços urbanos das metrópoles é preciso pensar em uma cidade vertical e recortada. Prédios em forma de triângulo são construídos em esquinas angulosas para aproveitar cada centímetro de terreno. São comuns também as situações em que se vê as linhas de trem cruzando em meio aos edifícios. A sensação é de que se vive em um formigueiro gigante.

Em casa

Vivendo em um desses miniapartamentos, não é preciso nem sair da cama para tomar o primeiro gole de água logo pela manhã, esticando o braço é possível alcançar a geladeira (que se parece mais com um frigobar). A partir da cama, bastam três passos para chegar até o banheiro e escovar os dentes.

O banheiro é um retângulo de 2 x 1m onde cabem o vaso, a pia e o ofurô (pequena banheira japonesa). É preciso sair do banheiro para se espreguiçar. Para alcançar o computador, basta mais um passo até a mesinha de chão, logo ao lado da cama. Mais três passos até a porta e você está fora de casa.

São necessários apenas 10 passos para começar o dia. Se por um lado as casas são pequenas, por outro o Japão é um país extremamente seguro. Seguro suficiente para a dona da floricultura deixar as flores expostas na rua sem preocupação, para o dono do bar empilhar os engradados de garrafa para fora quando fecha o bar, para ir à lavanderia às 3 da madrugada sem sentir o mínimo de medo, para deixar as roupas estendidas para fora e esquecer a bicicleta no meio fio da calçada. As casas não têm quintal, mas todos se sentem em casa quando anda na rua.

Bons modos e boas idéias não faltam

Aprender a pedir licença é uma das lições mais importantes para uma convivência harmoniosa. Só no caminho de casa até o trabalho há inúmeras situações em que a palavrinha mágica é proferida. Um casal que ande mais lentamente na calçada já barra a sua passagem.

Muitas formas desenvolvidas de comportamento e etiqueta no Japão permitem que os relacionamentos não tenham contato físico – uma grande idéia em um país tão densamente povoado.

Os japoneses não gostam de confrontos, e lutas são extremamente raras. Eles são muito bons em disfarçar insatisfações com um sorriso. Pela falta de espaço e respeito ao próximo, os japoneses têm diversas regras que regem o dia-a-dia da cidade. Há o lado certo da calçada para andar, lugar para parar na escada rolante, posição correta para sentar no trem (é pedido para que não se cruze nem estique as pernas) tudo para não atrapalhar o fluxo.

São comuns restaurantes onde se come em pé, bares em que não cabem mais de 8 clientes por vez e alguns prédios têm elevadores para apenas três pessoas. Para conviver com a falta de espaço os japoneses criam soluções práticas e criativas. De melancia quadrada a bicicleta dobrável, falta espaço, mas não faltam idéias.

Fonte: madeinjapan 

Espetáculos Artísticos Tradicionais

Diversão é o que não falta no Japão. há uma variedade infinita de entretenimentos aguardando os turistas durante todo o ano. As artes tradicionais japonesas, como o teatro kabuki, noh e bunraku (teatro de marionetes), assim como o artesanato e até mesmo o esporte, cada vez mais mostram que o país é um museu de arte de valor inestimável, preservado com zelo e beleza peculiares a mais de 2 mil anos.

O gênero moderno inclui espetáculos de dança femininos, concertos, dramas e filmes modernos.

Reservas podem ser feitas por meio do hotel ou de bilheterias.

Kabuki:

O teatro Kabuki data do século 17 e é uma das tradições mais populares do país. Trata-se de uma combinação de ações, músicas e danças, com roupas e acessórios muito coloridos. A maquiagem exagerada do Kabuki intensifica as emoções que os atores desejam transmitir ao público. Nos dramas, os papéis femininos são desempenhados por atoes homens.

Noh:

O Noh é uma arte cênica altamente estilizada, que teve origem há cerca de sete séculos. É uma forma de drama lírico, cuja beleza é acentuada pelos movimentos simbólicos dos atores, que são acompanhados por música e canto clássicos.Os atores do Noh usam máscaras sfisticadas e roupas pomposas.

Bunraku - Teatro de marionetes:

O teatro de marionetes teve origem no século 17. Sua estrutura baseia-se num método conhecido como três titereiros, ou três manipuladores da marionete principal, que tem cerca de dois terços do tamanho natural de um ser humano. Cantos e baladas de músicas clássicas acompanham a peça.


Fonte: nippobrasil.com.br

Bebendo socialmente

É comum o chefe convidar para ir ao bar, mas deve-se sempre primeiro encher o copo do outro, pois se tem o costume de servir a pessoa ao lado que esta com o copo vazio, servindo-a. Quando for servido a você, é polido segurar o copo. Caso não queira mais beber, o correto é polidamente recusar, colocando a mão sobre o copo.

Fonte: nippobras.com

Pratos japoneses entre turistas estrangeiros...

Uma pesquisa organizada pela Organização Nacional do Turismo japonês revelou que os pratos mais populares entre os turistas que visitaram o arquipélago em 2009 são sushi, ramen e sashimi. A pesquisa também aponta que os turistas, antes de embarcar ao Japão, concentravam suas expectativas em relação à comida típica, às lojas e aos onsen, sendo a primeira vez em que a culinária nipônica ultrapassa as compras neste quesito.

Dos 15 mil turistas pesquisados, 42% preferiram comer sushi, enquanto 21% preferiram ramen e 20% o sashimi. Vários outros pratos foram indicados, mas estes três foram os mais escolhidos pelos entrevistados. A maioria dos turistas que preferiram o sushi são tailandeses e britânicos, o ramen foi a escolha predileta de taiwaneses e o sashimi foi o preferido dos chineses.

Fonte: Breitbart

Entrando em forma com katanas

Antigamente as espadas dos samurais eram usadas como armas mortais que cortavam os inimigos. Mas os tempos mudaram. As Katanas agora são usadas por mulheres Japonesas como maneira de cortar os quilinhos a mais. Para evitar tornar o exercício inocente em um massacre, as espadas são feitas de madeira ou de espuma.

O inventor do chamado 'fitness da espada samurai', Takafuji Ukon, havia criado originalmente a rotina de malhação para homens, mas aparentemente as mulheres tomaram conta do local com mais de 100 inscrições femininas para as aulas que custam R$ 40,00 por hora. Mas o quão efetivo é esse exercício bizarro? As praticantes dizem que perdem em média 5 quilos por mês. O inventor diz que primeiramente são ensinados quatro movimentos básicos - o corte lateral, o corte frontal, o corte transversal e o corte transversal-inverso, e após aprender estes passa-se a praticar combinações dos golpes.

Fonte: Japanator

Homofobia no japão?

Não vou falar da Homossexulidade em si.. mas da Homofobia na Cultura Japonesa. Muita gente tem a imagem dos japoneses como pessoas frias, rascistas, conservadoras. Opsss....engano meu. Se eles fossem tão conservadores assim...continuariam com a Homofobia Zero, Afinal...no século XIX os japoneses mais jovens faziam questão de dar prazer aos guerreiros mais velhos ( samurais ) e essa prática era conhecida como Shudo. E que eu saiba o Budismo e o Xintoismo nunca perseguiram Homossexuais ou Bissexuais.
Mas o Japão não é nenhum mar de rosas...a Homofobia veio com tudo quando o nazismo surgiu,
mas, mesmo assim nenhuma punição para tal.
Mas posso garantir através de pesquisas que o respeito com essas pessoas nada mais é que PLAUSÍVEL.
Basta você assistir um dorama ou um anime qualquer, quando estiver ociosa(o) e algumas vezes vai
perceber a tematica homossexual sendo abordada e vale observar que:

- eles não fazem isso com a intenção de combater o PRECONCEITO,
muito menos para manter aparência, eh tao transparente que eh visível
a naturalidade dos personagens.Trata-se de uma forma que parece não existir nenhum tabu em relação a isso,e pensar que milhares de pessoas morrem, por simples questão de gostoe étnico em outras partes do mundo.

EXPERIÊNCIA DE UMA CERTA GAROTA QUE ACHEI NA INTERNET:


"Um dia, depois do almoço no serviço, como de costume..
me sento e acendo meu cigarro...do meu lado estava a Eri Shibata,
uma japonesa super gente boa e do outro algumas filipinas.
Me dei conta que as filipinas estavam com um papo super animado,
e como sou desbocada, perguntei qual era o assunto, pois queria rir tambem.
Entao..a Evelyn ( filipina ) respondeu que viu o casal de japonesas
que trabalham com a gente, '' making love '' dentro do carro, e que isso
era totalmente '' Ugly '' . Aproveitando a deixa virei pra Eri e perguntei :

'' Honto ? '' ( Verdade ? )

A resposta foi simples e sem espanto:

'' Honto desu ne!! '' ( Verdade, ne! )

Claro, três palavrinhas, acompanhada de uma expressao fascial
do tipo: E dai meu? Te importa o que elas fazem na cama? ou no carro?
ou em qualquer outro lugar? Cuida da sua vida.

Japonesas tem uma linguagem corporal potente. E tenho dito.

Fonte: daijobis.blogspot.com

Não dê gorjetas

Não existe qualquer gorjeta em qualquer que seja a situação no Japão - táxis, restaurantes, serviços pessoais...
Dar gorjeta é, na verdade, um pouco insultuoso, ofensivo; pois os serviços que você pediu estão no preço determinado, então porque pagar mais? Eles não estão mendigando. Este é o raciocínio. O preço é justo. Por isso, não barganhe.
Se você estiver em uma região metropolitana, como Tóquio e não fala japonês, um garçom ou garçonete ou recepcionista até pode receber o seu dinheiro extra (gorjeta), só para não precisar lidar com a situação embaraçosa de explicar-lhe o conceito de gorjeta, falando num inglês macarrônico.


Fonte: /knol.google.com

Obentô

O obento (lê-se obentô), é muito mais que uma simples ¨marmita¨.
Ele carrega um tom meio artístico em seu preparo.
A apresentação do prato, ou seja, a aparência , é tão importante quanto o sabor e o valor nutricional dos alimentos.
As crianças nipônicas aprendem isso desde cedo. No lugar de lancheira, levam uma espécie de marmitinha chamada Obento, que suas mamães cuidadosamente preparam,não economizando criatividade alguma para elaborá-los.
E para isso hoje existe um mercado imenso de acessórios para criar os obentôs de deixar qualquer ocidental totalmente de queixo caído. A começar pelas próprias “caixas de obentô”, que podem ser desde um simples Tupperware retângular, passando por formatos de personagens preferidos da garotada (e também de adultos hehe).
Além do seu aspecto tão bonito,os obentôs geralmente levam em conta o valor nutricional que é de uma porção de proteína para duas porções de vegetais ou frutas (fibras e vitaminas) e três porções de arroz (ou outro carboidrato) .

Fonte: http://www.japaoemfoco.com(modificada)

Um pouco sobre Osaka

Uma das maiores e mais atraentes cidades no Japão tem o ritmo semelhante ao de São Paulo.
Osaka, situada na região de Kansai, é terceira maior cidade japonesa, com fama de cidade comercial há muito tempo. A cidade, cujo “humor” e ritmo se assemelha um pouco aos de São Paulo, oferece várias atrações aos turistas.

Turismo por transporte público
A rede de transporte público em Osaka é bem desenvolvida e oferece aos visitantes a possibilidade de visitar lugares turísticos. O metrô circula por toda a cidade.

“Minami” é uma das principais áreas da cidade, famosa por ser muito movimentada. A região possui várias atrações para o público, como Amerikamura, Miinami Senba e Horie, áreas dedicadas à moda e aos jovens. O Doutonbori, por sua vez, é um ponto turístico muito famoso e que costuma atrair grande quantidade de visitantes. Os restaurantes e as lojas iluminadas e coloridas são elementos que chamam muito a atenção em Osaka. As luzes das praças e prédios também criam uma cena de beleza incrível. Quem aprecia o comércio e adora fazer compras vai encontrar, em Shinsaibashi, uma porção de lojas. A “Den Den Towm” é uma área rica em opções de produtos eletrônicos no estilo do célebre bairro Akihabara de Tóquio.

Cultura tradicional
Para quem pretende encontrar culturais tradicionais, Minami possui dois grandes teatros: o de Kabuki e o Teatro Nacional do Bunraku. Também na região, é possível visitar um local bem típico da cidade chamado Houzenjiyokocho.

O Aquário de Osaka, também chamado de “Kaiyukan”, é um dos maiores e melhores aquários do Japão. Lá, os visitantes sobem até o 8º andar e começam o passeio de cima para baixo.

Curiosidades
Osaka era, antigamente, uma cidade de adiministração imperial. Portanto, trata-se de uma localidade que possui muitos mausoléus de imperadores.
O túmulo do imperador Nintoku, que foi o 16º imperador do Japão, situado na cidade de Sakai, é o maior túmulo do Japão.

No século XVI, Toyomi Hideyoshi era o homem mais poderoso no país e construiu o “castelo de Osaka” para sua morada na cidade. A construção, um dos símbolos da cidade, passou por várias reformas. Nos anos de 1995 a 1997, ele foi reformado novamente e, hoje, mostra sua bela arquitetura para todos os visitantes.

Fonte: animesplus.com.br

Harajuku

Harajuku é um bairro japonês onde vários jovens de diversos estilos se reúnem todos os domingos.
Tudo começou nos anos 90, como uma forma de expressão dos jovens. Para quebrar o rotulo de que japa é tudo igual e certinho, os jovens começaram a manifestação. Eles começaram a se agrupar num bairro japonês chamado Harajuku, reunindo as novidades mais criativas dos estilistas, tatuadores, pintores, cabeleireiros e etc.

Há uma mistura muito grande de estilos, os mais conhecidos são Visual Kei, Decoras, Gothic lolita...

Atualmente Harajuku ganha a fama de “ a maior passarela do mundo a céu aberto”, pois a intenção é expor sua criatividade através de seu estilo!

Fonte: franinwonderland.blogspot.com

Taikô - Tambores do Japão

O taikô é um instrumento de percussão, cuja superfície é confeccionada com pele de animal. É tocada com a mão ou com o uso de uma baqueta, mas sempre exige do músico a habilidade rítmica e o preparo físico para sustentar batidas homogêneas e obter som satisfatório.

Todos os registros comprovam que o taiko está presente na história da música japonesa há quase 1.500 anos. O taiko é utilizado quase sempre em festividades xintoistas, mas eventos budistas também empregam o taiko.

O tipo de taikô mais utilizado em apresentações no Brasil é o Chodôdaiko. São taikos feitos com tronco de madeira cavada. Geralmente medem 45 a 60 cm de diâmetro, mas podem chegam a 1,50m. Com a escassez crescente de madeiras nobres, os preços de um taiko ficaram muito elevados. Nos últimos tempos os corpos do taiko são confeccionados com uma resina de uretano, com custo mais reduzido.

O maior taiko é o Okedaiko, que utiliza a pele bovina, tem forma de tonel e é amarrado com barbante. Pode ter mais de três metros de diâmetro e pesar mais de uma tonelada. O okedaiko pode ser executado por até dez pessoas, utilizando-se de baquetas.

Fonte: culturajaponesa.com.br (modificada)

17 de dez de 2010

Como se apresenta a vizinhos quando você se mudar?

Os japoneses têm hábito de entregar lembrancinha aos vizinhos quando se mudam. Sua finalidade de se apresentar aos vizinhos e também de conhecê-los. É uma visita rápida somente de cumprimento e entregar a lembrancinha para início de bom relacionamento. Antigamente, levava um pacote de macarrão soba. Hoje em dia, tem preferência para toalhas e sabonetes, porém os idosos preferem ganhar macarrão soba.Quando se muda para um prédio(Conjunto Habitacional, apartamentos), é bom entregar também para apartamentos de cima e de baixo.Vamos fazer a política de boa vizinhança. É importante também de cumprimentar as pessoas quando se encontra nos corredores e no elevador. Como já mostrei em um post anterior não é um costume sem importância e sim,importante para o início de um bom relacionamento.

Fonte: bcen.co.jp (modificada)

Linhas amarelas

Nas grandes cidades Japonesas como Yokohama, Tóquio, Nagoya e Osaka, TODAS as ruas tem estas riscas no chão, incluindo todas as estacões de metro e de comboio. As riscas são sempre amarelas e maioritariamente tem relevos longitudinais.
Na sua intersecção têm relevos redondos, tipo bolinhas. Quando terminam, por norma, ao pé de escadas, em cruzamentos de ruas, nas plataformas dos comboios e ao pé das máquinas de vendas de bilhetes, também acabam em bolinhas.
Claro que já da pra perceber que estas linhas são feitas para os cegos. Isto ai é muito a frente!
Calculem que nestas cidades com milhões de pessoas, e milhares de ruas, todas, mas mesmos todas, têm estas indicações no chão. Não falha. Impressionante! Lá não se poupa esforços, nem custos, para que tudo funcione as mil maravilhas e com segurança total... !


Fonte: obritonojapao.blogspot.com(modificada)

16 de dez de 2010

Assembléia aprova lei contra anime e manga

Infelizmente tal como tínhamos previsto o projeto de lei contra anime e manga aprovado em comité dia 13 foi hoje aprovado pela Assembleia de Tóquio e é agora LEI.

Embora entre só em vigor em Julho de 2011 os seus efeitos vão começar a ser sentidos muito mais cedo uma vez que a lei estipula que a auto regulação das editoras deve começar já em Abril de 2011.

A seguir à entrada ficam alguns tópicos que nos poderão ajudar a refletir e discutir sobre os efeitos desta lei anti-anime e manga:

1- Uma das principais críticas à lei é a sua ambiguidade e o fato de ser demasiado abrangente no que toca à censura. Embora seja vocacionada para a protecção de menores tal implica que conteúdos mais “susceptíveis” e não necessariamente para adultos sejam atirados para a secção de entretenimento para adultos, logo terão menor visibilidade e consequentemente as editoras deixaram de apostar nesses conteúdos.

2- Proibir qualquer manga, animação ou imagem (mas excluindo imagens da vida real) que exibem atos sexuais ou a simulação destes que seriam ilegais na vida real, ou atos sexuais ou a simulação destes entre familiares próximos cujo casamento seria ilegal e ainda conteúdos que glorifiquem ou exagerem injustificadamente atos de violência, sexuais ou pseudo-atos sexuais.

Para além da tremenda ambiguidade que a frase em cima implica chamo a vossa atenção para o que está dentro de parêntesis “excluindo imagens da vida real” e que confere à lei a sua face anti cultura otaku. Tal excepção ás fotografias e imagens reais serve para ganhar a simpatia dos mass media japoneses pois se tal lei se estendesse para as estações televisivas japonesas (séries, filmes) a opinião do público seria de tal forma negativa que teriam dificuldade em passar a lei.

Existe uma indústria que está muito contente com esta lei e que vai crescer ainda mais, sabem qual é? A das Idols, sim porque agora com a restrição aos conteúdos loli o número de idols menores de idade vai crescer em flecha. Pergunto-vos eu, o que é pior? Uma animação com miúdas ou fotografias de menores em fato de banho em poses eróticas?

3- Aplicação sobre todos os conteúdos que sejam prejudiciais para o correto desenvolvimento da sexualidade dos jovens e o governo metropolitano de Tóquio terá poder unilateral para banir qualquer conteúdo onde o ato sexual ou sua simulação seja considerado corruptivo da ordem social.

O termo chave aqui é “correto desenvolvimento da sexualidade dos jovens” já para não falar no “poder unilateral”, para além de um atentado à democracia não nos podemos esquecer que o presidente governo metropolitano de Tóquio, o Sr. Shintaro Ishihara é o autor da celebre frase “os homossexuais são geneticamente defeituosos e criaturas deploráveis”, por falar neste senhor após a votação veio a público afirmar que “faz sentido que a lei tenha passado, o Japão afinal ainda tem algum senso comum”.

Embora a lei seja omissa no que toca a títulos já publicados especialistas afirmam que se estes títulos forem relançados terão de se sujeitar a estas novas regras. Um dos títulos que poderá já sofrer com esta lei é a manga de High school of the dead que será relançado na primeira parte de 2011 mas agora a cores.

Claramente esta lei vai por em causa os animes excessivamente “sexualizados” que são padrão atualmente na animação japonesa.

Como vai funcionar?

As editoras que tenham mais de seis trabalhos classificados como prejudiciais pelo governo metropolitano de Tóquio num ano vão ser sujeitas a um escrutino da sua comissão de auto regulação, qualquer violação adicional da lei nos seis meses seguintes faz com que o governo metropolitano de Tóquio revele ao público a identidade da editora que está a violar a lei e o governador terá a autoridade para exprimir a sua opinião e apresentar provas.

Basicamente se uma editora lançar algo que Tóquio considera prejudicial mais de seis vezes num ano a comissão auto reguladora dessa editora vai ser notificada. Se ocorrer mais alguma violação da lei após a notificação o governador vai pura e simplesmente humilhar a editora em público fazendo com que os retalhistas e distribuidores deixem de apoiar os trabalhos daquela editora.

Qual é a vossa interpretação da lei? Devem ler o nosso artigo anterior onde são explicadas mais algumas particularidades da lei e por favor nada de insultos nos comentários.

Fonte:Otakupt.com

15 de dez de 2010

O casamento no Japão

O casamento no Japão é singular e glamoroso. Metade dos casamentos ainda são arranjados, ou seja, realizado entre acordos de família, e não exatamente pela vontade dos noivos. No Japão, o miyai (casamento arranjado) é algo comum, e há empresas especializadas nesse ramo.

O casamento japonês tradicional é uma festa extremamente cara, onde os custos básicos da classe média variam entre 2 milhões de ienes (20 mil dólares). Começa com a preparação dos noivos, que usam quimonos especiais para a ocasião.

Para a mulher, vestem-se 3 roupas, e deixa-se a pele bem branca. O cabelo some e, no lugar, surge uma peruca, com muitos arranjos. O tsuno kakushi é um chapéu branco, que representa a obediência da mulher ao marido. O noivo veste um quimono preto, com o brasão da família. No lugar do sapato, um chinelo com meia branca. Para celebrar o momento, os noivos devem tomar saquê, em pequenos goles, alternados em três cálices diferentes. Depois disso vem a leitura do seishi, o juramento de amor e fidelidade, escrito num japonês antigo. Não existem padrinhos nos moldes brasileiros, o noivo escolhe seu melhor amigo ou um casal para ocupar um lugar de honra.

Ao invés de presentes, o costume é dar dinheiro num envelope especial para casamento. De forma geral, os amigos devem dar 30 mil ienes; parentes, 50 mil ienes e padrinhos pelo menos 100 mil ienes. Os convidados têm de confirmar antecipadamente a sua presença, e no salão cada um tem seu lugar predeterminado para sentar, escolhido pelos noivos. O interessante é a grande importância que os japoneses dão ao horário. Eles chegam pontualmente no evento e também se retiram geralmente após quatro horas de cerimônia.

No horário combinado, normalmente depois de quatro horas, as pessoas se retiram. Afinal, as festas no Japão têm hora marcada para começar e terminar. Podemos dizer que o casamento japonês retrata parte da cultura de seu povo, que é reservado, formal e cheio de tradicionalismos.

Fonte: http://www.revistadanoiva.com.br

Cosplays

Forrest J. Ackerman durante a Worldcon de 1939.A história do cosplay está intimamente ligada à história das convenções de ficção científica nos Estados Unidos. Em 1939, durante a primeira World Science Fiction Convention, ou Worldcon, em New York, um jovem de 22 anos chamado Forrest J. Ackerman, e sua amiga Myrtle R. Jones compareceram ao evento como os únicos fantasiados entre um público de 185 pessoas. Ackerman, que anos mais tarde se tornaria um dos nomes mais influentes no campo da ficção científica, usava um rústico traje de piloto espacial o qual chamou de "futuricostume", e Myrtle estava caracterizada com um vestido inspirado no filme clássico de 1933 "Things to Come".Ambos causaram agitação entre o público, resultando em um clima de estreitamento entre a ficção e a realidade que mudou pra sempre a cara das convenções do gênero. As fantasias da dupla fizeram tanto sucesso que no ano seguinte dezenas de fãs compareceram à convenção em trajes de ficção científica.

A prática cresceu ao longo do tempo, levando ao surgimento dos masquerades, concursos que não se limitavam a exibir as fantasias, mas permitiam aos participantes realizar apresentações criativas e que entretiam o público.O hobby de fãs fantasiados ficou conhecido pelo termo costuming ou fan costuming, e esteve confinado às convenções de ficção científica, essencialmente na América do Norte, por várias décadas. Tudo mudou em 1984 quando Nobuyuki Takahashi, de um estúdio japonês chamado Studio Hard, visitou a Worldcon daquele ano, em Los Angeles. Ele ficou tão impressionado com o masquerade apresentado que publicou sobre isso frequentemente em revistas japonesas de ficção científica, criando e difundindo um novo termo para definir o que havia presenciado: Cosplay. Nos anos seguintes já era possível encontrar dezenas de fãs fantasiados nas convenções japonesas, e a prática de se caracterizar como personagens de anime e mangás tornou-se um verdadeiro fenômeno no país. Tal sucesso fez surgir lojas, publicações e profissionais especializados no hobby, criando uma verdadeira indústria do cosplay no Japão.

Na década de 90, com a explosão do anime pelo mundo, o cosplay foi reintroduzido nos Estados Unidos, dessa vez em uma escala muito maior. O termo popularizou-se rapidamente através das dezenas de convenções de anime que surgiram no país, levando muitos dos novos praticantes - ou "cosplayers", a acreditarem errôneamente que o hobby havia sido criado no Japão, quando na verdade os EUA já possuiam uma tradição de quase meio século. Devido a isso, é muito comum nos Estados Unidos o termo cosplay ser usado para se referir exclusivamente às caracterizações de animes, games ou mangas japoneses, enquanto o termo mais tradicional "costuming" é usado em relação às fantasias de sci-fi ou de obras ocidentais.

Apesar do Japão ter importado essa subcultura dos EUA, existem algumas diferenças na forma que o hobby é praticado nos dois países. Os norte-americanos ainda hoje seguem o modelo criado no Worldcon, onde os cosplayers criam suas próprias fantasias e competem em convenções de fãs. Além disso, fantasias originais são bem-vindas e incentivadas. No Japão o cosplay envolve caracterizar-se como um personagem pré-existente, mesmo que a origem não seja de anime ou mangá. Desse modo, o foco é parecer o mais fiel possível. Como se trata essencialmente de reproduzir com fidelidade um determinado personagem, não há nenhuma ênfase na criação de fantasias originais ou que os trajes sejam confeccionados pelos cosplayers. Também vale citar que o Japão não possui os mesmos tipos de competições que os norte-americanos, e a principal atividade relacionada ao cosplay nipônico é reunir-se em grupos e fazer sessões de fotos. Por fim, o cosplay é um hobby praticado predominantemente por jovens mulheres no Japão, enquanto nos EUA sua prática é ampla em ambos os sexos e em diversas idades.

Fonte cosplaybr.com.br/

Algumas fotos de Cosplays:



Comer no Japão

Se vocês pensam em visitar o Japão devem ter em mente que necessitam pelo menos de um amigo, o cartão de crédito e de preferência bem recheado porque no Japão muita coisa é cara.
Parece muito fácil para qualquer turista que se preze mas numa terra que não tem os nomes das ruas e onde apenas as estações de comboio ou metro principais têm o seu nome em escrita ocidental além da maioria dos Japoneses falar pessimamente qualquer língua que não o Japonês, parece-lhes muito difícil não é?
Errado. No Japão na maioria dos restaurantes existe um menu com fotografias dos pratos e muitos têm também uns exemplares de plástico expostos à entrada para que enquanto o cliente estiver à espera possa escolher o prato que vai desejar comer. Basta somente apontar para o prato desejado sem mais problemas. No Japão não é necessário pedir bebida se não o desejar pois chá e água são sempre servidos.
Agora já estão sabendo. Se visitarem o Japão um dia , irão ter alguns problemas com a comunicação mas já sabem que não morrerão de fome xD.

Fonte: omeujapao.blogspot.com/(modificada)

Ao encontrar alguém, faça uma reverência

No Japão, a reverência é uma forma de arte, respeito este ensinado desde que a criança entra na escola.
Dar tapinhas nas costas durante um cumprimento é falta de educação. Um aperto de mãos já é suficiente.Mas o mais recomendado mesmo, é uma simples inclinação da cabeça ou uma tentativa de um arco ao nível da cintura normalmente será o suficiente.
A duração e a inclinação da reverência é proporcional ao nível da pessoa a quem você está dirigindo a reverência. Por exemplo, um amigo pode receber uma reverência-relâmpago de 30 graus; uma estância superior poderá obter uma reverência lenta, prolongada, de 70 graus. É uma questão de posição e circunstância.
Além disso, para reverenciar, o ponto fundamental é direcionar adequadamente.

Fonte: cultura-japonesa.blogspot.com

13 de dez de 2010

Gueixa

A palavra “gueixa” é a combinação de duas palavras: em japonês, “Gei” significa ‘arte, performance‘ e “Sha” significa ‘pessoa‘.

Gueixas são um dos símbolos da tradição japonesa.Admiradas e respeitadas são facilmente encontradas nas ruas da cidade de Kyoto.
No entanto, a arte de ser Gueixa só se tornou conhecido em todo o mundo após a Segunda Guerra Mundial.

Algumas Gueixas até se tornaram muito famosas e eram admiradas tanto como estrelas de cinema hoje em dia.As gueixas parecem viver em seu próprio mundo,tem seus próprios princípios e os japoneses dão muito respeito a isso.

Muitas pessoas têm uma idéia errada de que gueixas são prostitutas. Isto é completamente errado.
Os compromissos de gueixa podem incluir o flerte com homens e insinuações graciosas; contudo, os clientes sabem que nada mais pode ser esperado. Em um estilo social que é unicamente japonês, os homens são maravilhados pela ilusão de que isso nunca vai acontecer. A gueixa não se ocupa no sexo pago com clientes.

Portanto Gueixas, são pessoas que executam artes tradicionais japonesas.
Elas são verdadeiras artistas que podem desempenhar diferentes tipos de instrumentos musicais,cantar e dançar,realizar a cerimônia do chá,arranjo de flores,citar poemas e especialmente o canto ser um especialista em vestindo quimonos tradicionais.

Gueixas também têm habilidades de conversação muito boa e muitas são fluentes em Inglês,a fim de entreter os convidados estrangeiros.

Gueixas moram em casas chamadas Okiyas.A líder de cada Okiya é chamada Okami,que costuma ser uma gueixa profissional.

Ela tem o dever de cuidar de Gueixas e estagiárias,fazendo o trabalho de contabilidade e recebendo ligações das casas de chá onde as Gueixas vão trabalhar ou fazer o seu estágio.
As meninas que querem se tornar gueixas são enviados para uma escola especial,onde podem aprender as habilidades essenciais.

Todas as despesas de estudo dessas futuras Gueixas são pagos pelos pais das moças e são observados atentamente pela Okami e elas recebem um treinamento muito duro e rigoroso que levam cerca de seis anos.

Depois disso, a estagiária Gueixa que é chamada de Maiko vai com a Okami as casas de chá para se familiarizar com os clientes. A Maiko depois tem que escolher se deseja se tornar uma gueixa profissional ou não, porque uma gueixa não pode se casar a qualquer momento de sua vida.

Hoje em dia há ainda Gueixas trabalhando em hotéis e restaurantes no Japão.
No entanto,as meninas cada vez menos querem se tornar gueixas agora,devido ao treinamento rigoroso que consomem tempo.Isso é uma pena,porque as Gueixas não são apenas talentosas,mas também ter sido considerado uma parte importante da cultura japonesa em contato com o mundo exterior.

____________________________
*SE VOCÊS QUISEREM VER MAIS OU MENOS SOBRE COMO ERA OU É O DIA DIA DELAS,
RECOMENDO O FILME "MEMÓRIAS DE UMA GUEIXA"

Sinopse do Filme:
Chiyo (Suzuka Ohgo) foi vendida a uma casa de gueixas quando ainda era menina, em 1929, onde é maltratada pelos donos e por Hatsumomo (Gong Li), uma gueixa que tem inveja de sua beleza. Acolhida por Mameha (Michelle Yeoh), a principal rival de Hatsumomo, Chiyo ao chescer se torna a gueixa Sayuri (Zhang Ziyi). Reconhecida, ela passa a desfrutar de uma sociedade repleta de riqueza e privilégios até que a 2ª Guerra Mundial modifica radicalmente sua realidade no Japão.


Fonte: somosbelas.blogspot.com e stupidcute.geekgirl.com.br( modificada)

Porque os orientais tem os olhos puxados?

Na verdade os olhos dos orientais (e não exclusivamente dos japoneses, como também de chineses, coreanos, tailandeses, etc) não são “puxados” e sim a pálpebra é mais lisa, e não curva como nos olhos ocidentais. O sulco palpebral superior, geralmente bem definido e cerca de 7 mm acima da linha ciliar nos ocidentais, está ausente nos orientais. Esse sulco torna-se mais evidente ao se abrir os olhos. Há nos orientais o aspecto amendoado com elevação do canto lateral. A pálpebra inferior é caracterizada por excesso de gordura orbital, gordura pré-tarsal (porção posterior) e excesso de pele na parte medial.

Essas características provavelmente decorreram de um processo de seleção natural, ja que os olhos orientais são mais adequados para proteção contra o frio rigoroso. Possivelmente as populações que conseguiram fixar residência ao leste do Himalaia primeiro tinha forte tendência nesse perfil, e que se manteve com o passar dos séculos.

Além disso, esse traço deve ter sido uma vantagem para os habitantes de regiões frias, pois sua função é parecida com a dos óculos dos esquiadores, que possuem um visor em forma de fenda para reduzir a luminosidade refletida pela neve. Isso parece lógico, já que os mongolóides, que têm essa característica, surgiram de uma área gelada no norte da Ásia, há cerca de 10 mil anos. Como a imensidão branca das regiões frias reflete muito a luz solar que chega à superfície, quem mora nesses lugares pode ter problema de vista a longo prazo – desde cegueira momentânea até certos transtornos de retina -, o que explicaria a predominância dos olhos puxados na seleção natural.

Fonte: sitedecuriosidades.com

Hanami

O florescer das cerejeiras marcam o fim do inverno japonês e o início da primavera.
Hanami, ou “contemplação das flores” é uma das tradições japonesas preservadas até hoje, seu início data em torno do ano 900, tornando-se mais popular a partir do ano 1600.
Atualmente as famílias vão a parques, templos, zoológicos, beira de rios e até mesmo nas ruas onde permanecem admirando, contemplando, desenhando, fotografando e fazendo piqueniques sob as lindas cerejeiras de diversas cores. Estima-se que no Japão existem cerca de 200 espécies. Em muitos locais as árvores são iluminadas para serem admiradas também à noite. A flor da cerejeira é chamada sakura e esta permanece nas árvores em média 2 a 3 semanas; após suas pétalas soltam-se com o vento fazendo bonitos tapetes. O florescer desta árvore inicia em março no sul, em Okinawa e termina em abril no norte em Hokkaido. A Agência Meteorológica Japonesa informa até em boletins televisivos o momento do florescimento.
O Governo Japonês distribuiu várias mudas de árvores para diversas nações como prova de amizade.

Fonte: partodomiciliar.com (modificada)

Entenda o sucesso da nintendo!!!

*A nintendo foi fundada em 1889 como uma empresa de cartas.Eles fizeram seu primeiro
video game em 1978.

*Nintendo significa "Deixe a sorte para o céu" em japonês

*A nintendo teve sorte ao contratar Shigeru Miyamoto,com 24 anos de idade com seu primeiro
artista pessoal em 1977.Ele no futuro seria o criador de Donkey Kong, Mario, Zelda
e Nintendo Wii.
Quando criança Miyamoto idolatrava Walt Disney . Em 1990, Mario, sua criação , se
tornaria mais reconhecido que Mickey.

*O nintendo DS ultrapassou o gameboy e se tornou o portátil mais vendido da história


* Para fazer os jogos durarem mais, muitos jogos do NES eram insanamente difícil de terminar .
Hoje esses jogos são chamados especialmente de Nintendo Hard em honra ao jogo.

Fonte: thecows.com.br(modificada)

“Bullying”

Bullying é uma palavra inglesa que significa usar o poder ou força para intimidar, excluir, implicar, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso, e perseguir os outros. Ocorre com mais freqüência no ambiente escolar.
Assim, numa escola, uma criança é considerada ‘escrava’ por outras chefiadas por um aluno-líder, e, um adolescente é obrigado a dar dinheiro para colegas mais velhos e fisicamente mais fortes, senão sofre algum tipo de violência. Os professores também não estão vacinados contra o bullying. Como se não bastasse sofrer uma grave fobia escolar que o impedia de trabalhar, um professor ainda é obrigado a suportar discriminação, humilhação e ameaças veladas de colegas insensíveis, invejosos e vingativos.

Ao sofrer a violência do tipo bullying, tanto as crianças como os adultos, sozinhos, não têm como se defender. Os colegas, embora digam repudiar esse tipo de violência psicológica e sentirem pena, declaram que nada podem fazer para defendê-la, com medo de serem a próxima vítima.
Além de conviver com um estado constante de pavor, uma criança ou adolescente vítima de bullying talvez sejam as que mais sofrem com a rejeição, isolamento, humilhação, a tal ponto de se verem impedidas de se relacionarem com quem ela deseja, de brincar livremente, de fazer a tarefa na escola em grupo, porque os mais fortes e intolerantes lhe impõem tal sofrimento.

Também faz parte dessa violência impor à vítima o silêncio, isto é, ela não pode denunciar à direção da escola nem aos pais, sob pena de piorar sua condição de discriminada. Pais e professores só ficam sabendo do problema através dos efeitos e danos causados, como a resistência em voltar à escola, queda de rendimento escolar, retraimento, depressão, distúrbios psicossomáticos, fobias, etc.

*O que fazer?

Os pais devem apoiar o filho, abrindo espaço para ele falar sobre o sofrimento de estar sendo rejeitado pelos colegas. Mas, fazer de conta que não existe bullying ou outro tipo de violência psicológica na escola é, no fundo, autorizar a prática de mais violência. É preciso estar atento para o risco de suicídio onde a vítima sem auto-estima alucina tal ato como ‘saída’ honrosa para o seu sofrimento. Esta é uma atitude freqüentemente usada no Japão.

Quando a violência ocorre na escola cabe aos pais conversar com a direção. É dever desta instituição ensinar os conhecimentos e promover a inclusão social e psicológica. A escola e a universidade jamais devem fazer vistas grossas sobre os casos de intolerância de violência psicológica ou física. A escola, principalmente, deve ter uma atitude preventiva contra o bullying, começando pela conscientização e preparação de professores, funcionários, pais e alunos. Por um lado, é preciso apoiar as crianças vítimas e, por outro, é imprescindível fazer um trabalho especial com as pessoas propensas para cometer violência contra os colegas, professores e funcionários.

Fonte: espacoacademico.com.br(modificada)

Visual Kei

Visual Kei ,em japonês: ヴィジュアル系, bijuaru kei, "linhagem visual" ou "estilo visual"), ou visual j-rock, é um tipo de música pop/rock japonesa em que os músicos dão forte ênfase numa aparência visual ostentosa, vestindo-se com trajes bem trabalhados e muitos acessórios. Qualquer coisa de uma pitada de glamour a um exagero de personificação feminina pode ser chamado de Visual Kei. Os artistas de bandas estilo Visual Kei afirmam que precisam se enfeitar para encenar sua música, as bandas “Visual Kei” estão transformando-se na força motriz* da música japonesa e no cenário da moda. Logo no ínicio dos anos 70, uma porção de celebridades do rock, do sexo masculino, no Japão, exploraram novas formas de expressão visual, adotando a moda, estilo, adornos e mesmo movimentos do sexo oposto.

X Japan parece ser a banda que iniciou isto tudo. Formado em 1982 por Yoshiki Hayashi, compositor, baterista e pianista, e Toshimitsu Deyama, vocalista, debutam como X em alguns álbuns de compilação de heavy metal em 1985 e 1987.
Aqui e em todo lugar, costumamos dizer que japonês “é tudo igual” ou tem “a mesma cara”. Grande engano. Cansados dessa fama, os jovens nipônicos estão fazendo de tudo para ser diferente. São tão ousados que, para nós parecem até recém saídos de uma festa á fantasia. A juventude da segunda maior economia do mundo parece recém saída de uma festa muito louca onde quanto mais diferente e exótico, melhor.

Os ídolos da tribo Visual Kei são principalmente cantores e grupos musicais que costumam se produzir com esse figurino pra lá de excêtricos e com uma “supermaquiagem” estilo fantasmagórica. A produção visual das adolescentes beira o inconcebível – em comum, a variedade de acessórios e complementos como chapéus, óculos, cintos, meias coloridas e estampas de animais como zebra e onça, tamanco de lacinho, flor de plástico no cabelo, imensas unhas postiças e mais um elenco de loucuras. Tudo no jeito de vestir dos adolescentes que circulam por lá não é desconhecido pra gente. Diferente é a atitude deles. A idéia é, simplesmente, curtir o figurino.

Fonte: sakecomsal.com.br/visual-kei

Sumo

O sumo nasceu há cerca de 2.000 anos e é o esporte nacional do Japão, considerado a luta do Imperador. O livro Kojiki de 712 d.C é a primeira referencia sobre o sumo e, até o período Kamakura (1192-1333), a pratica do sumo era restrita ao Imperador e senhores feudais, que promoviam as apresentações religiosas em homenagem aos deuses shintoistas e as competições.

O sumo é um confronto corporal e tem regras simples: o primeiro lutador (Rikishi ou sumotori) que tocar o chão com qualquer parte do corpo (exceto solas dos pés) ou que sair da arena (dojo) antes de seu oponente, perde. Existe cerca de 300 golpes que podem usados. Apesar dessa variedade, as lutas, na maioria das vezes não duram mais do que 15 segundos e quase nunca ultrapassam um minuto. Por isso, o sumo é considerado a luta mais simples e rápida do mundo.

Com idade entre os 20 e 35, os sumotori podem pesar até 200 quilos. Para manter a “forma”, além de treinar os golpes, é necessária uma alimentação reforçada e em grande quantidade para aumentar a massa.

O treinamento que acontece na beya (academias de sumo) é extremamente rigoroso e cansativo e segue um padrão de hierarquia, parecido com o dos tempos feudais. Os iniciantes devem cuidar dos afazeres na beya (como por exemplo, cozinhar e fazer faxina) e servir os mais velhos. Os horários de treinamento variam de acordo com a idade: os lutadores mais novos iniciam mais cedo. Ao ingressar numa beya, os praticantes podem ficar sem ter contato direto com seus parentes ou voltar pra casa durante anos seguidos, devido à dedicação necessária cobrada para seguir a carreira.

O traje do lutador se chama mawashi e é uma faixa de tecido de algodão de largura padrão e dobrado em todo o comprimento em quatro. Os cabelos são estilizados como os dos antigos guerreiros.

São realizados seis torneios durante o ano - três em Tokyo, e os outros três em Fukuoka, Osaka e Nagoya. Esses eventos ocorrem na parte da tarde, e os primeiros combates são feitos pelos lutadores de categorias inferiores, ficando a categoria principal por último. Em Tokyo, a abertura dos torneios são sempre assistidos pelo Imperador.

Fonte: acbj.com.br

30 de nov de 2010

Japoneses são os que menos tiram férias!!!

Os Japoneses é a nação que menos tem folga no mundo desenvolvido, com uma média de 9 dias de folga por ano, enquanto os Franceses são os que mais aproveitam, tendo 34.5 dias de folga anuais.

Uma pesquisa com 9 mil adultos em 13 países, realizada pela empresa Harris Interactive, descobriu não só que os Japoneses tem menos dias disponíveis para folga, por volta de 16.5 dias por ano, mas que eles tendem a usar apenas metade destes dias, resultando na média supracitada.

Os Franceses, no entanto, tem a maior quantidade de dias disponíveis para folga por ano, uma média de 37.5, e ficam felizes em usar quase que completamente seus benefícios.

Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar no chamado "Ranking de Privação de Férias", oferecendo a seus trabalhadores uma média de 17 dias de folga, das quais a maior parte das pessoas só aproveita 14 dias.

Fonte: Economic Times

29 de nov de 2010

Maneiras de se sentar

Muitos ocidentais não estão acostumados a se sentar no chão. No Japão, sentar no chão é ainda comum em várias situações: Tradicionalmente, os japoneses comem sentados no chão (no tatami) numa mesa baixa com aquecimento elétrico em seu interior (kotatsu). Na Cerimônia do Chá e em muitos eventos tradicionais, também senta-se no chão.
Em ocasiões informais, os homens sentam de pernas cruzadas (apenas os homens), enquanto as mulheres sentam dobrando os joelhos e afastando as duas pernas para o mesmo lado (apenas as mulheres). A maneira formal de sentar pode ser usada por homens e mulheres e é obrigatória em ocasiões muito formais ou tradicionais, como a Cerimônia do Chá. Pessoas não acostumadas podem se sentir desconfortáveis depois de alguns minutos e ficar com suas pernas dormentes. Por isso, a maioria dos japoneses compreendem quando os estrangeiros não agüentam ficar nessa posição por muito tempo.

*A ordem para se sentar
OLHEM PARA FOTO ACIMA DA ORDEM DE SE SENTAR, APÓS LER!!!


O convidado mais importante senta no lugar de honra (Kamiza), distante da entrada. Se houver TOKONOMA (lugar mais alto junto à parede), o convidado se senta em frente dele. O anfitrião ou a pessoa de menor "status" social se senta junto à entrada (shimoza).

Fonte: japaoonline.com.br

Japão já implantou o Policiamento Comunitário...

O policiamento comunitário foi implantado no Japão, após a Segunda Guerra Mundial, e, até hoje, é mantido.
A experiência japonesa se transformou em exemplo para o mundo , pois ações foram realizadas no Japão para melhorar a segurança pública, sempre com o policial interagindo com a comunidade.
No Japão, existem os “koban” e os “chuzaisho”. No “koban”, um grupo mínimo de três policiais, em três turnos, fazem o trabalho de prevenção e investigação de crimes. No Brasil, o trabalho de prevenção é realizado pela Polícia Militar e o de investigação, pela Polícia Civil. Os “koban” ficam instalados nas áreas urbanas e são equivalentes às companhias da PM ou às delegacias da Polícia Civil. Desta base, os policiais saem para o trabalho diário de garantia da segurança de quem mora e trabalha em determinada região da cidade. Já os “chuzaisho” são os equivalentes nas áreas rurais ou mais distantes dos centros urbanos. Tanto nos “koban” quanto nos “chuzaisho” há espaço para planejamento de ações e reuniões com a comunidade.
Através deste sistema, o Japão consegue manter uma das taxas de criminalidade mais baixas do mundo. E é importante lembrar que muitas cidades do mundo, como Nova Iorque e Singapura, foram bem sucedidas na redução das taxas de criminalidade através da adoção do sistema de polícia de proximidade Koban.

Fonte: aen.pr.gov.br e Naomi-speech (modificada)

28 de nov de 2010

Tudo ao contrário!!!

Quando um estrangeiro vai pro Japão, ele deve se preparar para choques culturais diários, como também precisa programar o cérebro pra funcionar ao contrário. Pois podemos dizer que no Japão é tudo "do avesso".

Vejamos:

- O volante do carro fica do lado direito e a mão de direção também é oposta. Ok, ingleses e alguns outros povos não estranham, mas brasileiro tem de se acostumar.

- Os japoneses colocam açúcar em comida que deveria ter sal (como o sushi e molhos que regam peixes, frango e hambúrguer). Já os doces japoneses nem mereciam ser chamados de doce.

- Lá, as portas da casa abrem pra fora. Pelo menos no Brasil a gente abre a porta pra dentro.

- Os japoneses falam de trás pra frente que nem o mestre Yoda da série Guerra nas Estrelas. Por exemplo: Vou ao restaurante comer sushi. Eles falam: Resutoran ni sushi o tabe ni ikimasu (Restaurante ao sushi comer vou).

- Quando vão contar nos dedos, os japoneses começam com a mão aberta e vão fechando do polegar para o mindinho. A gente começa com a mão fechada, abre o indicador, o médio, o anular, o mindinho e, por último, o polegar.

- Eles escrevem e lêem da direita para a esquerda. E também folheam livros e revistas de trás pra frente. O início deles é o nosso final - e o final é no início.

- Os japoneses tomam banho no chuveirinho antes de entrar na banheira. Mas isso tem uma explicação. Aqui, a banheira (ofurô) não é pra tomar banho e sim pra relaxar. Por isso tem de tirar a sujeira do corpo antes de entrar, para não sujar a água e outra pessoa poder usar.

É tudo hantai (ao contrário)!

Fonte: projectandromeda.blogspot.com/

Cidade sorvete

Localizada dentro de um complexo de diversão chamado Sunshine NamjaTown, a Cidade dos Sorvetes reúne sete lojas, que vendem mais de 500 variedades de todo o Japão e de várias partes do mundo. Mas o que chama a atenção mesmo é a seção de sorvetes com sabores inusitados, vendidos em copinhos. Até o fim de março, a Cidade dos Sorvetes abriga o Ice Cream Frontier, que traz novidades como o sorvete de chá servido com waffle ou o de Coca-Cola com balinhas que “estouram” na boca.

Para todos os gostos

Outra novidade do local é o sorvete de caviar, que mistura um creme de baunilha com ovas. Para quem gosta de carnes, há também o de língua de boi, de asa de frango assado, de lula, de polvo, de barbatana de tubarão e o de camarão. Para quem quiser tentar a sorte, há um sorvete que traz uma pérola de verdade dentro. Mas não são todos os potes que trazem a preciosidade. De cada 30 fabricados, apenas um contém a pérola. Já os vegetarianos têm a opção dos sorvetes de alho, berinjela, inhame, abóbora, wasabi (raiz forte), tofu (queijo de soja), soja fermentada, molho de soja, arroz e salada (com pedaços de pepino e alface). Na ala das bebidas alcoólicas, estão disponíveis os sabores de cerveja e de vinho. Segundo funcionários da loja, os campeões de venda são os de caranguejo, macarrão instantâneo com sopa de pasta de soja (miso) e o popular chocolate. Produzidos em várias partes do Japão, estes sorvetes com sabores diferentes passam, segundo os fabricantes, por testes rigorosos antes de serem colocados à venda. O parque, inaugurado em 2003, tem feito muito sucesso em Tóquio, e fica cheio nos finais de semana, mesmo durante o rigoroso inverno japonês. No último ano, por exemplo, cerca de 2 milhões de pessoas passaram por lá.

EXEMPLOS DOS SORVETES NA FOTO ACIMA:

** NO CANTO SUPERIOR DIREITO DA FOTO:
Bola de chá verde, ao lado de waffles de arroz e doce de feijão, compõem um prato bem japonês.
Mas os mais vendidos são os sorvetes de macarrão instantâneo e de caranguejo.

** EMBAIXO DO LADO ESQUERDO DA GAROTA:
O sorvete de pó de pérolas faz sucesso - a cada 30 copinhos fabricados, um traz uma pérola verdadeira. Vegetarianos também apreciam as versões de tofu, wasabi, molho de soja e salada.

** O SORVETE CASQUINHA:
Quem prefere algo mais cremoso, pode tentar o sorvete de Coca-cola, com balinhas que 'explodem' na boca. Outras bebidas transformadas em delícia gelada são a cerveja e o vinho.

**ACIMA DA GAROTA:
A Cidade dos Sorvetes, em Tóquio, oferece quase 500 sabores. Chamam a atenção os inusitados copinhos, como o de língua de boi, com pedaços de carne.

Fonte:acesso-walmorenot.blogspot.com(modificada)

Dupla italiana venceu o WCS deste ano com um ponto à frente de brasileiros

Com uma apresentação incrível, baseada no jogo “The Legend of Zelda - Twilight Princess”, a dupla italiana Luca Buzzi e Giancarlo Di Perro superou os brasileiros na final mundial, por apenas um ponto, e consagrou-se campeã do World Cosplay Summit de 2010. A final foi disputada em Nagoya (Japão).
Com isso, a Itália alcançou o Brasil no número de títulos no WCS. Os dois são os únicos países bicampeões mundiais (Brasil em 2006 e 2008; Itália em 2005 e 2010).
A apresentação da dupla campeã teve muitas surpresas, com uso intenso de cenários e itens de palco. Luca interpretou Link, enquanto Giancaerlo fez Gannondorf, o senhor das trevas do jogo Zelda.
Apesar de por pouco não terem conquistado o tricampeonato, a dupla brasileira saiu com o sentimento de dever cumprido. Gabriel Niemietz e Gabrielle Valério, campeões da etapa nacional do WCS, fizeram uma apresentação baseada no game “Valkyrie Profile: Silmeria” e foi uma das únicas a arrancar gritos dos japoneses. A apresentação verde-amarela contou com a simulação de voo da personagem de Gabrielle, que havia sido apresentada pela dupla na final brasileira.
“Obrigado a todos, principalmente à familia, aos amigos e ao povo do sul (Gabriel e Gabrielle são representantes do evento gaúcho AnimeXtreme). Mesmo não levando o título, nós fizemos história. Com certeza seremos lembrados como os primeiros a voar no Japão”, disse Gabriel, depois da final.
“No palco, foi tranquilo, mas depois da apresentação fiquei nervosa. Principalmente na hora da divulgação dos resultados, foi muita tensão. O sistema de divulgação de notas até o final foi agonizante. Eles ficaram fazendo mistério - quem será que ganhou, Brasil ou Itália?”, conta Gabrielle.
Ao todo, 15 países participaram da edição de 2010 do campeonato cosplay. O prêmio Brother deste ano ficou com a dupla tailandesa, Orawan Aggavinate e Patawikorn Uttisen. Os tailandeses, que basearam a apresentação no game “Final Fantasy Advent Children”, tiveram o mesmo número de pontos que os brasileiros.
Confira a pontuação dos países participantes:
1º Grupo
- Coreia: 90
- Estados Unidos: 77
- México: 74
- Alemanha: 67
- Finlandia: 61
2º Grupo
- Itália: 98
- Japão: 80
- Dinamarca: 79
- Austrália: 78
- Cingapura: 75
3º Grupo
- Brasil: 97
- China: 86
- França: 90
- Espanha:81
- Tailândia: 97
Fonte: http://henshin.uol.com.br

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