29 de jan de 2011

Japão, país transformado pela tecnologia e educação

Nós sabemos muito bem que o Japão é um país que tem terremoto, tufão, vulcão...não é brincadeira o que a natureza é revoltada por lá.Mas com a educação que as crianças recebem desde de pequenas,com a política e a cidadania que é praticada, eles acabam conseguindo se prevenir de tais fenômenos naturais,e com tudo isso quero dizer a todos que nós brasileiros também podemos fazer a diferença,basta cada um contribuir com pequenos atos, que no futuro iremos perceber tais mudanças para o nosso bem.
Veja o vídeo abaixo, onde Roberto Kovalick,nos conta um pouco sobre como eles convivem com tudo isso:

Fonte: /lostinjapan.portalnippon.com

27 de jan de 2011

O melhor da tecnologia do Japão...

Há apenas alguns anos, a liderança japonesa em tudo o que é digital era fácil de ser vista. Consumidores japoneses podiam comprar gadgets domésticos de marcas como Sony, Toshiba e Panasonic muitas vezes até um ou dois anos antes que os produtos chegassem a outros países. Mas agora as coisas mudaram.

Com eletrônicos sendo lançados cada vez mais simultaneamente em todo o mundo, não é mais o hardware que torna algo legal, mas sim o que você pode fazer com ele.

TV digital móvel
Vejamos o OneSeg, sistema de TV digital móvel do Japão. A indústria de eletrônicos inteira, emissoras de TV e governo fecharam em 2008 acordo em torno de um único padrão de transmissão, eliminando a competição técnica que emperra esse serviço nos EUA e na Europa.

O resultado é um serviço popular com acesso a praticamento todos os canais convencionais sem custo adicional. Mais de 20 milhões de telefones celulares com o serviço já foram vendidos, e tem sido cada vez mais comum ver pessoas assistindo TV em trens e cafés no Japão.

Os telefones mais modernos também permitem que você grave programas de televisão. E se você estiver em um espaço público, mas tiver esquecido dos seus fones de ouvido, não tem problema. É só apertar alguns botões que as legendas aparecem, o que permite ver a programação com o áudio desligado.

Além disso, uma empresa de dados terceirizada fornece informações sobre o programa que está no ar, promoções das emissoras e, freqüentemente, um link para o site de Internet móvel da estação de TV.

Carros conectados
 

No Japão, sistemas de navegação veicular foram, por anos, acessório indispensável. As ruas de cidades como Tokyo muitas vezes não têm nomes, o que tornava esses sistemas bons economizadores de tempo.

Lique um destes dispositivos a seu celular e você terá uma conexão através da qual informações mais atualizadas sobre tráfego e caminhos de ruas estarão disponíveis. O sistema já sabe onde fica o posto de gasolina mais próximo, mas com o link da rede, ele também pode dizê-lo até onde fica o mais barato, graças a atualizações diárias nos preços do combustível.

Quando você está dirigindo, o telefone pode conectá-lo a um operador que vai ajudá-lo na sua jornada e até reprogramar remotamente seu sistema de navegação, de maneira que você não precise nunca tirar suas mãos do volante.

Cerca de 10% das ruas são cobertas com sensores que fornecem informação sobre o trânsito. A Nissan está testando um novo sistema que coleta dados sobre as ruas em que você andou e as velocidades que atingiu e os envia para um computador central que adiciona a informação à base de dados de tráfego para um retrato mais completo dos congestionamentos.

A alta tecnologia também está sendo empregada na segurança dos carros, como é o caso do Round View Monitor. Os sinais de vídeo de quatro câmeras instaladas no veículo são processados e combinados em uma imagem só, de modo que você tenha a sensação de estar vendo o seu carro de cima. Isso torna muito fácil o uso da ré em espaços apertados e é um grande passo para além das câmeras simples presentes agora em alguns caminhões e carros maiores.
 Robôs
Nenhuma discussão sobre tecnologia no Japão estaria completa sem se falar sobre robôs. Pesquisadores japoneses são os liderem em tecnologia robótica, e humanóides como o Asimo da Honda são extremamente impressionantes.Alguns exemplos:

 Existe uma versão do Asimo que consegue servir bebidas em uma bandeja e tem a habilidade de trabalhar de maneira inteligente com outro robô Asimo nas redondezas para que as tarefas sejam concluídas mais rapidamente.

 Robôs que auxiliam as pessoas que trabalham em escritórios levando chá e café para os convidados...

A fabricante rival Toyota tem um monte de robôs, incluindo um que toca violino..

A empresa tem também o Robina, projetado para servir de guia em locais públicos. A Toyota o colocou em uso no ano passado em um saguão público no Japão e espera que o Robina seja comercialmente viável na metade da próxima década.

Um papel muito mais sério tem o Twendy One, um robô de auxílio doméstico desenvolvido pela Universidade Waseda de Tokyo. Ele faz muitas tarefas básicas, com as quais uma pessoa debilitada pode precisar de ajuda, como ajudar a levantar da cama e servir alimentos e bebidas.

Isso provavelmente significa um futuro déficit de mão-de-obra. Esta é uma das razões pela qual muito dinheiro está sendo injetado na tecnologia robótica nesta nação já repleta de tecnologia.

Fonte: htmlstaff.org

25 de jan de 2011

Pachinko


Pachinko (パチンコ em japonês) é um entretenimento e jogo de azar praticado em máquinas que se assemelham a um cruzamento entre pinball e slot machine.
Esse jogo surgiu na era Taishō e era voltado para crianças. Foi proibido no ano de 1942. Voltou a ser permitido em 1946, sendo uma empresa em Nagoya que construiu a primeira máquina após a liberalização.

O pachinko é praticado em uma máquina chamada pachinko dai. Esta máquina tem um painel com vários pregos e uma tampa de vidro e mecanismos elétricos. O jogador compra uma quantidade pequenas de bolas de metal (pachinko dama) e as usa para jogar. Estas bolas são lançadas e rebatem nos pregos, quando as bolas entram em locais específicos a máquina dá mais bolas ao jogador. Com as bolas novas o jogador pode continuar a jogar ou trocá-las por prêmios. Ultimamente, a maioria das máquinas de pachinko têm mecanismo eletrônicos, sendo chamadas de dejipachi.

O pachinko é definido pela lei chamada fuutekihou, lei que regulamenta negócios relacionados a moral, como: centro de diversão que desperta apreensão quanto a excitar o desejo de jogar dos clientes. Esta lei proíbe que a loja de pachinko troque os prêmios por dinheiro, por isso o pachinko tecnicamente não é um jogo de azar. Os prêmios comuns são: cigarros, maquiagem, comidas, gravatas, CDs e DVDs. Porém, no Japão é comum ter lugares que trocam esses premios por dinheiro logo ao lado dos lugares que abrigam os jogos.



Fonte: wikipedia.org 

24 de jan de 2011

Origamis


Foram os samurais no início do século 17 os responsáveis pela criação dos primeiros origamis que conhecemos atualmente. O mais interessante é que, ao contrário da visão infantilizada que se tem até hoje dessa arte de dobradura em papel, até o século 19 o origami foi praticado como passatempo restrito aos adultos. Um dos motivos era o alto custo do papel.
No período Edo (1600-1867), a prática se estendeu as mulheres e crianças. Até o final dessa época já haviam sido registrados cerca de 70 formas de dobraduras diferentes.
O primeiro e mais famoso deles é o tsuru (garça), que aparece nos exuberantes quimonos da época. Também conhecida como orizuru, a garça em dobradura representa felicidade e longevidade.
Na era Meiji (1868-1912), a arte passou a ser ensinada nas escolas e teve influência estrangeira de países como a Alemanha, onde a dobradura também era praticada.

O que é o origami?

De forma bem resumida, o origami é a arte japonesa de dobrar papéis. O objetivo é criar todo tipo de objetos ou animais a partir de um papel quadrado e sem a necessidade de cortes.
Apesar disso, a arte do origami é bem flexível, permitindo cortes e colagem de pedaços de papeis para alcançar o objetivo esperado. O origami também permite o uso de papeis em outros formatos diferentes do quadrado.
Para os amantes da língua japonesa, a palavra origami é formada por duas outras palavras em japonês 折り e 紙. Como os kanjis podem ter sua leitura modifica, a palavra 折り紙 acaba sendo lida como origami.

O origami e a cultura japonesa

A relação entre o origami e a cultura japonesa é algo bem simples e curioso. Dizem que, quando alguém consegue fazer mil origamis, terá um pedido realizado. Acho que esse fato acaba sendo outro fator de incentivo para a propagação e desenvolvimento de novas técnicas de origami, além da diversão é claro.

Fontes: linguajaponesa.com.br e nipocatarinense.org.br

A escrita japonesa

O que mais chama a atenção no japonês é a escrita. Você já deve ter ouvido falar que são usados vários alfabetos, e que cada letra significa uma palavra. É parcialmente verdade, como mostro a seguir.
Há quatro tipos de escrita em uso no Japão:
  • Hiragana
  • Katakana
  • Kanji

Hiragana

É importante que se aprenda a hiragana primeiro (pronuncia-se hiraganá). O hiragana é um silabário, ou seja, cada letra representa uma sílaba. Abaixo, os caracteres organizados em colunas:
A vogal a se pronuncia como em casa. As vogais e e o são pronunciadas fechadas, como o e de pêlo e o o de moça. O chi, na quarta coluna, se pronuncia como em atchim. Os Hs, na sexta coluna, são pronunciados mais ou menos como no inglês. As letras com R, na antepenúltima coluna, são sempre pronunciadas como em cara, marido, erudito, sereno e erosão, mesmo que estejam no início da palavra. O W da penúltima coluna se pronuncia como U.
As letras das colunas ka, sa, ta e ha podem ser acentuadas, alterando a pronúncia:
Estão ausentes as sílabas com V, F e L. Estes sons não existem originalmente na língua japonesa. Em compensação, não há nenhum som com dificuldade de pronúncia para um brasileiro.
O hiragana tem poucas letras e elas são relativamente simples. É possível memorizá-lo em um par de semanas, dependendo do seu ritmo. Acredite: é divertido aprender a ler um novo alfabeto. Faz lembrar do entusiasmo que se sente na infância ao ler as primeiras palavras.
Em um texto normal, o hiragana é usado para escrever:
  • Terminações de verbos e adjetivos
  • Algumas saudações
  • Partículas
  • Certas palavras que não são escritas com ideogramas
Entretanto, pode-se escrever qualquer coisa em hiragana, mesmo que o correto seja usar ideogramas. Por exemplo:
hiragana_ai (1K) = amor
hiragana_ao (1K) = pessoa
hiragana_ao (1K) = dia

Os ideogramas, ou kanjis

Kanjis são os ideogramas. A palavra kanji significa "letra chinesa", e tem esse significado porque esses ideogramas foram criados na China. O Japão começou a importar os kanjis a partir do século IV depois de Cristo. Hiragana e katakana, os dois alfabetos fonéticos, foram criados no Japão no século VIII.
No Japão, há uma lista oficial de aproximadamente 2 mil ideogramas para uso corrente, ensinados durante a vida escolar. Pode parecer muito, mas os chineses usam quase o dobro disso.

Diferente do hiragana, que tem uma pronúncia fixa e representa o som de uma sílaba, um kanji representa um objeto ou idéia e pode ter mais de uma pronúncia.
Um exemplo: a palavra
hiragana_ai (1K) = amor
escrita acima em hiragana, tem um kanji:
hiragana_ai (1K) = kanji_ai (1K) = amor
Você já deve ter visto esse ideograma em adesivos ou tatuagens. Ele tem apenas uma pronúncia. Outros, como "pessoa" e "dia" têm mais de uma:
hiragana_ao (1K) = kanji_hi (1K) = dia/sol
hiragana_hon (1K) = kanjis_hon (1K) = origem
hiragana_ao (1K) = kanji_hito (1K)= pessoa
Com os kanjis de "dia" e "origem" se escreve a palavra Japão. Por isso que o país é conhecido como a "terra do sol nascente". Perceba que o kanji de dia teve a leitura ligeiramente alterada:
kanjis_nihon (1K) = Japão
O kanji de "pessoa" também muda de pronúncia. Olhe o que acontece ao acrescentá-lo no final da palavra nihon:
kanjis_nihonjin (1K)
O significado dessa palavra é fácil de deduzir. Significa "japonês" (pessoa que nasceu no Japão).

Origem dos ideogramas

Você percebeu a semelhança dos caracteres de sol e pessoa com o conceito que eles representam?
kanji desenho hi = dia/sol
kanji_desenhos_hito (2K) = pessoa
Como estes, muitos ideogramas vieram de desenhos, e por isso são fáceis de se lembrar:
kanji_desenhos_ki (2K) = árvore
kanji_desenhos_mon (2K) = portão
kanji_desenhos_mimi (2K) = orelha
kanji_desenhos_ame (2K) = chuva
kanji_desenhos_kokoro (2K) = coração
Alguns são formados por dois ou mais caracteres:
kanji_hayashi (1K) = bosque (duas árvores)
kanji_mori (1K) = floresta (três árvores)
kanji_kiku (1K) = ouvir (portão + orelha)
Nem todos, entretanto, têm uma forma que lembre sua origem. Uma boa parte foi alterada com o tempo e perdeu a semelhança ou até mudou de significado. Outros não representam uma coisa ou objeto, mas uma idéia abstrata, como amor, beleza, lei etc. Mesmo assim, a maioria é formada por outros caracteres, o que facilita a memorização. Por exemplo, um dos elementos que compõem o kanji para "amor", mostrado mais acima, é o kanji de "coração".

Palavras estrangeiras

Até povos que usam o mesmo alfabeto alteram a grafia e a pronúncia de palavras estrangeiras. Nós, brasileiros, também fazemos isso. "Chofer", por exemplo, vem do francês chauffeur. Outdoor, que em português usamos para aquelas placas publicitárias, em inglês significa "ao ar livre".
Imagine o que ocorre com países que usam escritas diferentes.

Katakana

No Japão, há um alfabeto usado para grafar palavras e nomes estrangeiros, o katakana (pronuncia-se katakaná). Ele também pode ser usado em onomatopéias (palavras e expressões que imitam sons), em nomes próprios e em alguns casos particulares de palavras japonesas. Formado por "pedaços" de kanjis, o katakana tem linhas mais retas e anguladas que o hiragana, criado pela simplificação de kanjis em letra corrida.
Fachada de cinema com cartazes do filme dinamarquês Dançando no Escuro. Título está inglês, grafado em katakana.

O katakana representa exatamente os mesmos sons do hiragana, e alguns caracteres são parecidos:
Os mesmos caracteres correspondentes no hiragana podem ser acentuados em katakana:
Alguns exemplos de palavras:
katakana_burajiru (1K)= Brasil
katakana_rajio (1K) = rádio
katakana_sakka- (1K) = futebol, do inglês soccer. Faz-se uma pequena pausa entre o sa e o ka, e alonga-se o último a
katakana_aidoru (1K) = ídolo, do inglês idol. Significa ídolo de banda ou cantor. O escritor de ficção científica William Gibson deu o título de Idoru a um livro cuja história se passa no Japão.
Existem algumas palavras portuguesas que entraram no Japão há alguns séculos via navegadores:
katakana_bi-doro (1K) = vidro
katakana_bo-ro (1K) = bolo
katakana_furasuko (1K) = frasco
katakana_botan (1K) = botão
Fonte:www.nipocatarinense.org.br

21 de jan de 2011

Fauna

Em sua fauna é possível ver espécies não encontradas em nenhuma outra parte do globo, como certas variedades de faisões, tubarões e salamandras. Ainda assim, o território japonês possui apenas 118 espécies de mamíferos terrestres selvagens.As regiões montanhosas do Japão, com florestas densas, albergam populações relativamente numerosas de mamíferos, dentre eles javalis, tanukis, raposas, veados, antílopes, lebres e doninhas. Répteis presentes incluem tartarugas marinhas, cágados, serpentes aquáticas e lagartos. Há uma grande variedade de sapos, rãs e tritões, onde se destaca a Salamandra-gigante-do-japão que atinge os 4 m de comprimento, e é endêmica do arquipélago. Cerca de 600 espécies de aves são residentes ou migratórias e diversidade de insetos é típica de regiões com clima temperado úmido. Entre as espécies ameaças que habitam o território japonês estão o urso-negro-asiático, classificado como de fato ameaçado de extinção e o macaco-japonês, em estado ainda pouco preocupante. O lobo-cinzento, apesar de pouco preocupante ao redor do mundo, está quase extinto do território japonês.

Também consideradas espécies sob ameaça, as variedades de baleia são caçadas pelos japoneses sob cotas estipuladas na moratória de 1986. Ao lado de Noruega e Islândia, o Japão é o país que mais caça estes animais devido a alta lucratividade. No país oriental, a carne da baleia é ainda uma especialidade culinária comum e sua cartilagem serve à indústria de cosméticos. Sob a alegação de pesquisa científica, o Japão caça, anualmente, uma média de 1 000 baleias, variando em espécies. Em 2008, por exemplo, caçaram as fin e minke. Neste mesmo ano, dois ativistas do Greenpeace foram presos por denunciarem contrabando ilegal de carne de baleia e ocorreu um atrito entre os governos japonês e australiano, que culminaram em acusações de pesca ilegal e fraude de evidências. Dois anos antes, em pesquisa realizada nacionalmente, foi constatado que 69% da população é contra este tipo de caça. Em 2010, ocorreu o encontro da Comissão Internacional da Baleia, no qual tentou-se derrubar a moratória e acusando o Japão de subornar países menores que votassem a seu favor.

Fonte: wikipedia.org/wiki/Japão#Biodiversidade

Saquê

O arroz dá origem à bebida que é tão valorizada que é oferecida aos deuses xintoístas, e também é servida em ocasiões especiais como casamento, inauguração de lojas e comemorações. Mas o saquê está presente também na mesa dos japoneses como uma bebida popular.
Existem cerca de 1600 fabricantes de saquê no Japão. Cada uma dessas empresas possui vários tipos, e como todo o ano surgem novas variedades, enquanto outras deixam de ser produzidas, será impossível provar todas elas. De qualquer forma, sabe-se que o saquê consumido atualmente, é muito diferente daquele fabricado no passado. A descoberta do fermento aumentou a graduação alcólica, e a 2ª Guerra Mundial também alterou sua receita. A escassez de arroz naquele período, forçou os fabricantes a buscarem alternativas para aumentar a fermentação utilizando menos arroz. E um decreto governamental permitiu o acréscimo de álcool puro e glicose na fórmula, o que possibilitou a utilização em menor quantidade do precioso cereal. Estima-se que 95% do saquê produzido hoje utiliza essa fórmula, contrariando os especialistas do passado que diziam que o melhor saquê era aquele feito apenas de arroz, arroz fermentado e água.

Técnica de produção

Basicamente, o saquê é uma bebida fermentada que necessita de boa água (que corresponde a 80% do produto final), e de arroz de boa qualidade.
O arroz é lavado e cozido a vapor. Depois, é misturado ao fermento, à água, e ao koji, que é o arroz fermentado separadamente, numa sala com temperatura e umidade controladas. À mistura acrescenta-se mais arroz, koji e água por três vezes dentro de cinco dias.
Essa fermentação que ocorre num grande tanque é chamado de shikomi.
A sua fermentação deve continuar por 18 a 32 dias, e findo o período, a pasta é amassada e filtrada. Depois disso, geralmente o saquê é pasteurizado para matar as bactérias e desativar enzimas que poderiam mudar o sabor e a cor do produto.
O saquê ficará descansando por seis meses, e receberá uma adição de água pura, para baixar o nível de álcool de 20 para 16%. Depois, ainda será pasteurizado novamente antes de ser embalado.
Fonte: culturajaponesa.com.br

20 de jan de 2011

Pesquisa: os sintomas de que você está apaixonado

“Quais são os sintomas de que você foi apaixonado?” – esse foi o tema de uma pesquisa realizada em novembro de 2010 pelo grupo goo Research.
Segundo o site What Japan Thinks, a pergunta foi feita a homens e mulheres, totalizando 1171 entrevistados. A pontuação entre parênteses indica o número relativo de votos em cada opção e não o percentual total.
Vamos aos resultados!
Quais são os sintomas de que você foi apaixonada?(amostra feminina)
  1. Crescimento significativo da conta de telefone (100)
  2. Procuro saber nossa compatibilidade através de previsões (87,3)
  3. Acelero a minha melhoria pessoal (64,7)
  4. Me olho mais no espelho (63,8)
  5. Não consigo me concentrar (62)
  6. Não consigo entrar no ritmo do trabalho, dever de casa, etc (60,2)
  7. Gasto excessivamente em novas roupas (52)
  8. Imagino como seria se eu tivesse o sobrenome dele (50,7)
  9. Suspiro (49,8)
  10. Procuro-o no google (46,2)
Quais são os sintomas de que você foi apaixonado?(amostra masculina)
  1. Crescimento significativo da conta de telefone (100)
  2. Não consigo me concentrar (95,1)
  3. Não consigo entrar no ritmo do trabalho, dever de casa, etc (82,5)
  4. Procuro saber nossa compatibilidade através de previsões (74,8)
  5. Suspiro (60,8)
  6. Procuro-a no Google (56,6)
  7. Não consigo deixar de estar inquieto (56,6)
  8. Não consigo ter vontade de fazer mais nada (55,2)
  9. Não consigo dormir (51,7)
  10. Acelero a minha melhoria pessoal (48,3)

Os fumadores no Japão

Fica desde já o aviso a quem fuma, que no Japão poderá deparar-se com grandes restrições em alguns locais públicos como em Hospitais, nas estações de caminhos de ferro onde o pequeno retângulo às vezes se torna pequeno demais para tantos fumadores, algumas ruas mais movimentadas onde fumar é pura e simplesmente proibido e outros locais.
Por exemplo num Hospital pode ter uma salinha minúscula com porta fechada e apenas com vidro para fora, onde os fumadores podiam exercer o seu vício. Poder ser que isso seja um método para que deixem de fumar.

Fonte: omeujapao.blogspot.com/

A limpeza no Japão

O hábito de se descalçarem quando chegam a casa poderá indiciar uma atitude de limpeza para os Japoneses mas nem só disso se trata embora tenha muito a ver com o fato de não transportar a sujeira da rua para casa. De fato além disso os Japoneses têm também o intuito de se descalçarem para se sentirem mais à vontade em casa, fato que não poderão fazer no trabalho onde passam a maior parte do dia.
Voltando à parte da limpeza, de fato eles têm essa "mania" embora em casa por não passarem lá muito tempo do dia, sejam um pouco desarrumados e não é raro ver um daqueles pequenos apartamentos em Tóquio com tudo "entulhado" a um canto quase sem espaço para passar. Nos espaços públicos é que não é habitual ver lixo no chão nem as marcas das pastilhas pregadas ao chão nem beatas. de facto existe um conceito de limpeza e salubridade muito grande. Por exemplo o aeroporto de Narita em Tóquio é considerado o mais limpo do mundo e não é pouco vulgar ver trabalhadores de limpeza a aspirarem o chão e a limparem os tapetes rolantes. A foto que está em cima foi tirada no centro comercial do aeroporto de Narita.

Fonte: omeujapao.blogspot.com/

17 de jan de 2011

Cerimônia do chá

Segundo a tradição nipónica, a cerimónia do chá é um ritual que deve ser cumprido com boa vontade e simplicidade. No Japão, os convidados devem chegar antecipadamente para se proceder à cerimónia do chá. São sentados numa sala pequena e simples, "desligados" da agitação do quotidiano, roupas discretas e ambiente que apela à paz de espírito. Chanoyu é a cerimónia do chá que faz parte da cultura japonesa, e assenta na verdadeira beleza e simplicidade.

A etiqueta chanoyu tem regras que são meticulosamente cumpridas. Aqui não há lugar para materialismos. Tanto convidados como anfitriões não podem pisar o tapete onde ocorre a cerimónia ( tatami ) se tiverem brincos, relógios ou anéis.

O ritual é uma experiência única. É como se anfitrião e convidados não se fossem encontrar de novo. O chá é oferecido como se fosse uma despedida. Daí que a cerimónia seja bastante envolvente. Todos os movimentos têm um significado, desde a entrada de costas no tapete, como a primeira chávena de chá que é servida ao convidado com o desenho da porcelana voltado para si. Tudo em sinal de respeito. A chanoyu é baseada em três conceitos: paciência, rigor e beleza da simplicidade.

Um bom chá sabe sempre bem em qualquer canto do mundo. No ocidente, também existem alguns rituais em torno do chá. Chá das cinco, chá digestivo, muitos são os apelidos que lhe são atribuídos. Calmante, relaxante, diurético, a hora do chá é "sagrada". É hora de repouso para apreciar o aroma das folhas secas de tão divino paladar.

A preparação do chá merece alguns cuidados. É um ritual a saber e a seguir, pois a ocasião assim o exige. Com bolachas, bolos, compotas, leite ou sem "acompanhantes", são vários os sabores que se poderão apreciar. Existem vários tipos de chá no mercado: de camomila, de cidreira, hortelã-pimenta, tília, eucalipto, chá verde, preto, branco, limonete, de framboesa, morango, maçã com canela há gostos para todos. Cada um tem as suas características e efeitos medicinais.

É preciso ter "chá" para uma preparação digna.

1. Primeiro é necessário encher uma chaleira com água e colocar ao lume.
2. De seguida, coloca-se algumas folhas de chá no bule e enche-se com a água fervida.
3. Deixar repousar alguns minutos. ( 2 ou 3 minutos)
4. Coloca-se o chá nas chávenas, e quem gostar, pode juntar um pouco de leite.

A cultura do chá surgiu no século IV D.C na China. A introdução do chá na Europa deve-se, essencialmente aos holandeses e a seguir aos ingleses. O comércio do chá foi generalizado na Inglaterra nos secs. XVII e XVIII. A rainha de Inglaterra, Catarina de Bragança, conseguiu "contagiar" o hábito de tomar chá entre a aristocracia britânica. Um hábito que se tornou um ritual e um acto social.

Todos se apaixonaram pelo chá. No início era uma bebida cara, apenas os ricos tinham acesso a estas ervas vindas do Oriente. Mais tarde, o chá tornou-se mais popular e acessível a todos. Com açúcar, mel, leite ou simples, é uma bebida que não se esquece.

Reza a lenda que um filósofo chinês descobriu o chá quando algumas folhas caíram na panela com água a ferver, exalando um aroma delicioso.

Do Ocidente ao Oriente, cada País tem o seu ritual. Na Rússia o chá serve-se muito forte, às vezes com limão, mas nunca com leite, enquanto que os Marroquinos gostam dele muito doce, por isso juntam grandes quantidades de açúcar e mel. O chá é a bebida quente mais bebida em todo o mundo.

Fonte: portaldascuriosidades.com

14 de jan de 2011

Brasileiros e japoneses na escada rolante

No Japão, as coisas funcionam como deveriam. No Brasil, infelizmente as vezes tudo é um tumulto e complicação. Por que isso? Simplesmente porque, enquanto os japoneses, se não te ajudam, fazem de tudo para NÃO ATRAPALHAR, os brasileiros não querem nem saber quem está em volta, só pensam em si mesmos, e parecem fazer de tudo para complicar a vida dos outros.
Pra conferir um exemplo, basta dar uma andada na rua, pode ser de carro ou a pé mesmo. Quem nunca levou uma fechada no trânsito? Ou ainda, não teve que desviar de motoqueiros… que passam de qualquer jeito no meio dos carros? A diferença de comportamento entre brasileiros e japoneses é tão óbvia, que pra esclarecer basta analisar uma situação bem simples: escadas rolantes.
Veja abaixo, através do desenho , a diferença entre japoneses e brasileiros nas escadas rolantes:
Use a imaginação e faça de conta que a imagem acima representa uma escada rolante cheia de japoneses. No Japão, as pessoas que não estão com pressa simplesmente esperam a escada subir, alinhadas do lado direito da escada, deixando bastante espaço para quem estiver com pressa passar do lado esquerdo. Assim, ninguém se atrapalha e, mesmo nos lugares mais lotados, você consegue ir pra onde você quer.

Na situação acima você pode conferir em edifícios por todo o Brasil. Brasileiro para onde bem entender. Pessoas educadas ficam paradas atrás dessas pessoas. Pessoas mal educadas passam empurrando, esbarrando e xingando.

Fonte:supersamuraisan.wordpress.com

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